Curiosidades sobre Arábia Saudita

“O país abriga o prédio mais alto do mundo, o Jeddah Tower, com um quilômetro de altura.

Cinemas são proibidos no país.

A bandeira do país expressa a forte religiosidade dos sauditas. Nela está escrito: “Não há outra divindade além de Alá, e Maomé é o seu profeta”.

Meca é a cidade mais conhecida do país, mas não é a capital, que é Riad.

A lei é fundamentada na Sharia, lei islâmica que baseia a sociedade saudita.

Não há uma Constituição, como em países ocidentais.

As lojas do país fecham cinco vezes por dia para o ritual sagrado muçulmano: rezar cinco vezes por dia em direção a Meca.

Os sauditas não consomem porco e não bebem álcool, produtos proibidos pela Sharia.

Após 12 anos de idade, as crianças são divididas por gênero nas escolas, mostrando a mentalidade conservadora que há no país. Existem escolas exclusivas para os meninos e escolas exclusivas para as meninas.

É proibido demonstrações de carinho entre casais, mesmo casados.

Mostrar as solas dos pés é um ato de desrespeito para com os sauditas.

Em 2015, foi permitido o direito ao voto feminino, e, em 2018, o direito de dirigir para as mulheres.

Nas ruas, as mulheres são obrigadas a usar vestes islâmicas, como a abaya (túnica que cobre o corpo todo) e o hijab (véu sobre a cabeça). Estrangeiras não precisam seguir esse costume.

Na Arábia Saudita, as mulheres são cidadãs de segunda classe, tendo que obedecer a um tutor, que geralmente é o pai, o marido ou o próprio filho. Essa regra não se aplica às estrangeiras, mas é pouco provável ver uma mulher de fora vivendo na Arábia.

As sauditas não podem viver ou viajar sozinhas, a não ser que sejam autorizadas pelo tutor.”

 

Fonte: Brasilescola.uol